Vale do Pati, com quem é daqui.
Trilhas guiadas por um nativo do Pati, com pernoite nas casas dos moradores. Roteiros de 1 a 5 dias no coração do Parque Nacional da Chapada Diamantina.
Roteiros para viver o Pati no seu ritmo.
De um dia de aventura na Serra do Sincorá a cinco dias de imersão, com pernoite nas casas dos nativos.
Um dia de aventura na Serra do Sincorá
Imersão no Pati: Castelo e Cachoeirão
Do Cachoeirão por baixo ao Mirante da Rampa
O Vale do Pati por inteiro, com o Calixto
Não é só uma trilha. É a casa de quem nasceu aqui.
A Reservas Vale do Pati foi fundada pelo guia de turismo Tauan Vieira, descendente de moradores do Pati. Cada viagem é uma imersão: conexão com a natureza, o aconchego das casas dos nativos e as histórias da comunidade que vive no Vale desde a sua formação.
- Condutor nativo
Tauan é descendente de patizeiros e percorre as trilhas do Vale desde os 6 anos.
- Hospedagem com os moradores
Pernoites nas casas de apoio das famílias locais, com jantar, café da manhã e sabores regionais.
- Segurança em primeiro lugar
O roteiro é readaptado sempre que o clima ou a condição física do grupo pedir.
Treze quilômetros de vale, um atrativo a cada curva.
No centro do Parque Nacional da Chapada Diamantina, entre Mucugê e Andaraí. O acesso é feito só a pé ou em animais de montaria, por trilhas seculares abertas pelos primeiros moradores.
Escolha o que te move. O Pati tem.
Cachoeiras, mirantes, mesa farta e histórias de quem vive no Vale. Cada roteiro combina um pouco de tudo.
Segurança e acolhimento em cada quilômetro.
Técnica de guia profissional com o conhecimento de quem cresceu subindo e descendo essas trilhas.
Bacharel em Educação Física e técnico em Turismo, com a vivência de quem é do Pati.
Mudou o clima ou o preparo físico do grupo? O percurso é readaptado para todos seguirem com segurança.
Reserve com 40% e pague o restante até 2 dias úteis antes. Pix, dinheiro ou cartão em até 10x.
Nas casas de apoio há possibilidade de recarregar celular e câmera durante a travessia.
“[Depoimento real de um cliente, a pedir ao Tauan: avaliação do Google ou mensagem de quem já fez a trilha]”
Tudo o que você precisa saber antes da trilha.
O que levar na mochila para o Pati
Da mochila cargueira ao kit de primeiros socorros: a lista completa para roteiros de 1 a 5 dias.
Chegando à Vila de Guiné
42 km de Mucugê e 32 km de Palmeiras por estrada de chão, mais 8 km até o início da trilha no Aleixo.
Como funciona a reserva e o pagamento
40% para reservar, 60% até 2 dias úteis antes. Pix, transferência, dinheiro ou cartão em até 10x.
Quatro jeitos de viver o Pati.
Todos saem da Vila de Guiné, com condutor nativo. Escolha pelo tempo que você tem e pelo seu preparo físico: de um dia na Serra do Sincorá a cinco dias de imersão com pernoite nas casas dos moradores.
O que cada roteiro inclui no caminho.
Quanto mais dias, mais fundo você vai no Vale. Todos passam pelos Gerais do Rio Preto, pelo Cachoeirão e pelo Mirante do Pati.
Treze quilômetros, conhecidos passo a passo.
O Vale do Pati é uma comunidade no centro do Parque Nacional da Chapada Diamantina, entre Mucugê e Andaraí. Cachoeiras, mirantes, rios e histórias que só se alcançam a pé.
Tudo o que você encontra no caminho.
Filtre pelo que mais te chama. Cada atrativo mostra em quais roteiros ele aparece.
Patrimônio natural desde 1985.
O reconhecimento do Vale do Pati como parte do patrimônio natural do país começou em 17 de setembro de 1985, com a criação do Parque Nacional da Chapada Diamantina pelo Decreto Federal nº 91.655. O Parque abrange partes de Lençóis, Andaraí, Mucugê, Palmeiras, Itaête e Ibicoara.
O acesso ao Vale acontece por trilhas seculares, abertas pelos primeiros moradores, que só podem ser percorridas a pé ou em animais de montaria. Rios como o Piabas, o Calixto e o Cachoeirão formam quedas d'água cercadas de Mata Atlântica e campos de vegetação rupestre.
Minhas raízes patizeiras.
Tauan Vieira, guia de turismo e fundador da Reservas Vale do Pati. Neto de moradores do Vale, percorre essas trilhas desde os 6 anos.
Começou nas férias de escola, na casa dos avós.
Descendente de patizeiros, ainda menino Tauan foi estimulado pelos pais a conhecer suas origens. Seu primeiro passeio ao Vale do Pati foi aos 6 anos, acolhido pelos avós maternos, dona Lica e Sr. Eduardo. Daí em diante as visitas se tornaram frequentes: nas férias escolares, na companhia dos primos Vitor e Domingues, subia e descia as trilhas do Vale rumo ao seu interior, o Cachoeirão.
A alegria, a humildade e o acolhimento foram alguns dos valores transmitidos nesses momentos de convivência, e criaram raízes fortes em sua personalidade. Ainda criança, Tauan acompanhou de perto como o Vale do Pati se tornou um dos maiores destinos de trekking do país: seus avós foram dos primeiros moradores a acolher visitantes e partilhar com eles o seu lar.
Dessas relações surgiram trocas, aprendizados e amizades que permaneceram mesmo após o falecimento dos avós, episódio que abalou toda a família. Os netos herdaram o amor pelo Vale, e cada um deu continuidade a um ramo de atuação.
Graduado em Educação Física, Tauan mora na comunidade quilombola da Barriguda, a 46 km da sede de Mucugê, e fez o curso técnico em Turismo pelo PRONATEC. Hoje atua como condutor de visitantes especializado no trekking do Vale do Pati, guiando pessoas de todo o país.
Influenciado pelo avô, começou a guiar profissionalmente em 2010. Com dedicação e responsabilidade, busca sempre aperfeiçoar técnicas e habilidades para garantir mais segurança aos companheiros de trilha.
De neto de patizeiros a guia do Vale.
- 6 anosPrimeira vez no Pati
Acolhido pelos avós maternos, dona Lica e Sr. Eduardo.
- InfânciaFérias no Vale
Com os primos Vitor e Domingues, subindo e descendo as trilhas até o Cachoeirão.
- FamíliaPioneiros do turismo
Os avós estão entre os primeiros moradores a receber visitantes em casa.
- 2010Guia profissional
Começa a conduzir visitantes no trekking do Vale do Pati.
- HojeGuia especializado
Condutor de grupos de todo o país nas trilhas do Vale do Pati.
Quatro valores, em toda trilha.
A leveza de quem cresceu no Vale e gosta de dividir esse lugar.
Respeito pelo território, pela natureza e pela comunidade que vive ali.
Pernoites nas casas dos nativos, como os avós faziam com os primeiros visitantes.
Técnica sempre atualizada e roteiros readaptados quando o clima ou o grupo pedem.
Prepare-se para o Pati.
Como chegar, o que levar, como reservar e o que esperar da trilha. Tudo o que você precisa saber antes de sair de casa.
Como chegar à Vila de Guiné
Todos os roteiros começam na Vila de Guiné, distrito de Mucugê e um dos acessos mais rápidos ao Vale do Pati. A vila tem pousadas e hospedarias acolhedoras: dormir lá na noite anterior permite tomar café com calma e começar a trilha às 7h.
Da vila, é feito um deslocamento de carro (próprio ou contratado) até o Aleixo, aos pés da Serra do Sincorá, onde a caminhada começa. O transporte até Guiné e até o início da trilha não está incluso nos roteiros.
- 42 kmde Mucugê até a Vila de Guiné, em estrada de chão
- 32 kmde Palmeiras até a Vila de Guiné, em estrada de chão
- 8 kmde carro da vila até o início da trilha, no Aleixo
O que levar na mochila
Reserva e pagamento
Os roteiros são para grupos a partir de 2 pessoas. Se estiver sozinho, fale com o Tauan: ele verifica se há grupo formado na sua data.
Dúvidas frequentes
Preciso de preparo físico?
Onde vou dormir?
Tem energia para carregar o celular?
Dá para contratar alguém para levar a mochila?
O transporte está incluso?
Preciso levar dinheiro?
Sua aventura no Pati
começa aqui.
Chame o Tauan no WhatsApp, conte suas datas e o seu ritmo, e ele monta o roteiro com você.